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26.3.13

{TeParceirando} Primeiro Capítulo de IBEATI - Os Abençoados, de Ana Carolina Prado!

Heeeeeeeeeeey molecada \õ 
Como prometi, vamos ver apenas um pouquinho do que te aguarda no primeiro capítulo de Os Abençoados (Me sentindo um narrador da Tela Quente) ... 



[...]
Pra começar, eu queria morrer.
Estava pensando seriamente em começar a bater cabeça na mesa até ela parar de funcionar. Ou eu podia enfiar um lápis no meu ouvido, assim eu ficaria surda e não precisaria ouvir esse blá-blá todo. Ninguém merecia o que eu estava passando, e esse era um fardo que teria que carregar por mais um ano…
Apenas uma palavra pra vocês: matemática.
Sei, sei, posso estar sendo meio rude de começar a história no pior momento da vida de todo estudante. Matemática é um saco, eu sei. As pessoas dizem “o tempo nunca para”, mas parece que cinquenta minutos de aula viram um trilhão de anos nessa matéria. Porque, pra começar, quando você chega à sala de aula e olha para lousa, o quadro já está repleto de continhas que de certo vieram das profundezas do inferno. E então você vê o professor, o cara parece mais um tarado para dar aula, e já começa a pensar em suicídio. Você senta em uma carteira e o tarado te obriga a encontrar o X do problema, como se além de você ter que resolver os seus próprios problemas, você ainda deve resolver os da matemática. Daí todos os alunos começam a quebrar a cabeça, porque além do X, você é obrigado a achar o Y também.  
Final: dá cinco minutos e 99% dos alunos desistem de tentar.
Mas isso ainda não é o pior, não! O professor de matemática não se contenta com a derrota, ele quer ver você vencer o problema! Ele vai até o quadro e explica passo a passo como se tornar um vencedor. E isso, meu irmão, te dá certeza que o suicídio é a melhor opção.
– Izzie! – Amy sussurrou cortando minha apresentação amistosa.
Virei para trás e a olhei. Os raios de sol que batiam da janela refletiam em seu cabelo loiro escuro e os deixavam em um tom mais dourado. Aos poucos os lábios se puxaram abrindo um sorriso e os olhinhos cor mel brilharam em sua face rosada. Era um sorriso um pouco safado, daqueles que as meninas dão quando vêem um ator tirando a camisa na cena de um filme. No meu caso, quando Wolverine fica seminu em X-Men.
Mas no caso de Amy, não tinha nada haver com atores de filmes e Cia. Tinha ver com cachorro-safado-jogador de futebol.
– Amy, se você for falar de novo de Cole Harrison, dessa vez eu juro, vou te socar! – sussurrei de volta irritada.
Ela bufou atrás de mim e encostou-se à cadeira com um ar de tédio.
– Seu humor é deprimente! – ela disse revirando os olhos.
Acredite, não sou uma péssima amiga. Quer dizer, eu não sou ótima, mas Harrison era um grande desperdício de tempo. Confesso… O cara é bonito. Um corpo atlético de jogador de futebol americano, cabelos negros jogados para o lado… Uma delicinha. Mas o que é bonito por fora, é um lixo por dentro. Vocês já sabem de qual tópico estou falando… O cara é um prostituto! Mais uma putinha para o time de futebol. Mais um desses machistas com a teoria das mulheres descartáveis. Mais um riquinho que só se importa com status. E Amy pode ser um pouco bobinha em cair no papo desse otário, como outras meninas caíram. Então eu apareço e corto a esperança dela, porque eu sou realmente uma boa amiga.
Não sei se perceberam, mas Amy é minha melhor amiga. Gosto bastante dela, tirando pelo fato de que ela é uma pessoa excessivamente alegre, pois quando acorda, Amy saí distribuindo sorrisos e harmonia em seu mundinho rosa. E eu não sou exatamente assim. Na verdade, sou totalmente o oposto.
Esfreguei meus olhos tentando me livrar do sono e olhei para o lado tentando me distrair. Lá estava Ryan.
[...]

Tem muito mais em http://ibeati.tumblr.com/ 
Veja este capítulo completo e muito mais ~^ 

See ya \õ
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